“Tem que comer pra ficar forte”, “coma porque tem gente passando fome”, “as melhores comidas são as da avó”. Quem nunca ouviu ao menos uma dessas três fases na infância ou algum outro momento da vida? A formação do indivíduo vem das experiências vividas, incluindo as crenças que podem, muitas vezes, ser limitantes. Comer muito é sinal de saúde?
Se os excessos fazem mal, com a alimentação não poderia ser diferente.

De acordo com projeções da Organização Mundial de Saúde (OMS), em 2025 o excesso de peso atingirá 2,3 bilhões de pessoas. No Brasil, segundo o Ministério da Saúde, 53,9% dos brasileiros está acima do peso ideal. Diante da situação atual e da previsão para os próximos anos, as atitudes mais simples e eficazes desde que o mundo é mundo para mudar esse cenário são: prática de exercícios físicos e alimentação equilibrada.

Além de comer bem e se exercitar, algumas ferramentas podem ajudar a potencializar os resultados de quem quer melhorar a qualidade de vida, entre elas a hipnoterapia. Mas como a hipnose pode ajudar no processo de emagrecimento? A partir do controle da mente. Modificar o relacionamento da pessoa com a comida, controlar a ansiedade, o estresse e ressignificar crenças, são algumas possibilidades, mas a abordagem varia de acordo com o caso porque cada paciente tem um histórico particular e estabelece relações diferentes com o ato de comer.

O tempo de tratamento – que envolve o atendimento em consultório e exercícios prescritos pelo profissional que devem ser feitos em casa ou no trabalho, por exemplo – com hipnose clínica também varia de acordo com o caso. Alguns podem ser resolvidos entre 1 e 5 sessões, mas outros podem levar meses. É importante destacar que a técnica não é utilizada de forma
independente, mas associada ao acompanhamento nutricional e às atividades físicas praticadas pelo paciente.

Mudar hábitos é uma tarefa difícil, em principal na era em que vivemos onde tudo acontece ao mesmo tempo, as atividades do dia a dia parecem não caber em 24h, trabalho, estudo, vida social, família… Sendo assim, cuidar da própria saúde vai ficando sempre em segundo plano. Porém, é preciso entender que “quem não tem tempo para cuidar da saúde, precisará de
tempo para cuidar da doença”.

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