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Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), a síndrome do pânico atinge de 2% a 4% da população em todo o mundo, sendo considerada uma das principais doenças da era moderna. As pessoas que sofrem da patologia apresentam diversos sintomas como falta de ar, aceleração cardíaca, pressentimento de morte, sensação de aperto da região do peito, medo, sudorese e formigamento nas mãos.

A síndrome, também chamada de transtorno do pânico, é caracterizada por fortes crises de ansiedade que podem acontecer a qualquer momento, independente da hora ou lugar e acometendo, normalmente, indivíduos que tenham transtornos de humor, ansiedade ou problemas como a agorafobia (medo de locais ou situações que gerem a sensação de aprisionamento, pânico, constrangimento e/ou impotência). Quem tem histórico na família, é usuário de drogas, está sujeito a situações de estresse com frequência e sofreu traumas na infância é mais propenso a desenvolver o mal.

Crise de pânico é uma das coisas da vida que só sabe quem passa e, depois do primeiro ataque, evitar todo e qualquer tipo de situação que pareça ameaçadora torna-se um hábito. Dirigir, pegar um ônibus ou simplesmente sair de casa, deixam de ser atividades rotineiras e afetam diretamente a qualidade de vida, a saúde e o bem-estar do portador da síndrome.

Diversos tratamentos tradicionais são indicados para o controle da doença, como o uso dos medicamentos (sendo utilizados pelo período mínimo de 6 meses) prescritos por psiquiatras, o acompanhamento psicológico e psicanalítico. Há também as terapias alternativas como a hipnose, que tem sido utilizada no Brasil de forma crescente e trazido benefícios incontestáveis aos pacientes. Através da hipnoterapia os problemas que desencadearam a patologia podem ser acessados e resolvidos pelo inconsciente, os ressignificando, ou seja, atribuindo novos significados através da técnica. Associada à hipnose, meditação, yoga e outras atividades físicas, praticadas com regularidade, e ainda a uma alimentação saudável, podem ajudar durante o processo.

Se você tem ou conhece alguém que tenha síndrome do pânico, busque ajuda e compartilhe essas informações. Sempre há uma solução.

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